Perspectivas de desenvolvimento da vitivinicultura em face do reconhecimento da indicação de procedência Vales da Uva Goethe

Authors

  • Kelly Lissandra Bruch Faculdade Meridional - IMED
  • Adriana Carvalho Pinto Viera Universidade Extremo Sul Catarinense - UNESC
  • Melissa Watanabe Universidade Extremo Sul Catarinense - UNESC

DOI:

https://doi.org/10.7198/geintec.v2i4.49

Abstract

A abertura de mercados e a circulação acelerada das mercadorias requereram novas formas de regulação entre os diferentes países e a definição de regras em nível internacional de natureza pública. Ao longo das últimas décadas vem se estabelecendo um contexto institucional – regras e normas de comércio, exigência dos consumidores, tecnologia utilizada, políticas gerais e setoriais e traços culturais que condicionam a economia e a sociedade – que já condiciona e que continuará condicionando, de forma substancial, a dinâmica produtiva e tecnológica de todas as cadeias produtivas do agronegócio. Novos nichos de mercados foram surgindo, adquirindo estratégias de valorização do produto.  A noção de indicações geográficas (IG) foi surgindo de forma gradativa, quando produtores e consumidores passaram a perceber sabores ou qualidades peculiares em alguns produtos que provinham de determinados locais. Nesse contexto, as IG estão inseridas no movimento global de segmentação dos mercados, valorizando os recursos territoriais.

Author Biographies

Kelly Lissandra Bruch, Faculdade Meridional - IMED

Graduada em Direito pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (2001), Especialista em Direito e Negócios Internacionais pela UFSC (2004), Mestre em Agronegócios pelo CEPAN/UFRGS (2006), Doutora em Direito pela Université Rennes I, France em co-tutela com a UFRGS. É como consultora jurídica do Instituto Brasileiro do Vinho IBRAVIN desde 2005, consultora técnica do Instituto Rio Grandense do Arroz IRGA desde 2010, professora da Faculdade Meridional - IMED e da Faculdade Iguaçu, professora do MBA em Gestão e Comercialização para a Cadeia do Arroz do I-UMA, professora colaboradora no Programa de Mestrado Profissional em Biotecnologia e Gestão Vitivinícola da UCS, membro da Comissão Especial de Propriedade Intelectual da OAB/RS, expert indicada pelo Governo Brasileiro junto à Organização Internacional da Uva e do Vinho OIV, associada ao Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Direito CONPEDI, integrante do Grupo de Pesquisa Pluralité des signes de qualité et ajustements institutionnels en France et au Brésil projeto integrante do convênio CAPES-COFECUB, membro do corpo editorial e revisora de vários periódicos, além de autora de diversos artigos na área de propriedade intelectual e agronegócios.

Adriana Carvalho Pinto Viera, Universidade Extremo Sul Catarinense - UNESC

Possui graduação em Direito pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (1993) e mestrado em Direito pela Universidade Metodista de Piracicaba (1999) e Doutorado em Desenvolvimento Econômico pelo Instituto de Economia da Unicamp. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Consumidor, atuando principalmente nos seguintes temas: biotecnologia, propriedade intelectual, direito consumidor, organismos geneticamente modificados e desenvolvimento econômico atuando nos seguintes temas propriedade intelectual na agricultura, cadeias agroalimentares, biotecnologia e segurança dos alimentos.

Melissa Watanabe, Universidade Extremo Sul Catarinense - UNESC

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal do Paraná (1996), mestrado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2001) e doutorado em Agronegócios pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2009). Atualmente é professor pesquisador da Universidade do Extremo Sul Catarinense e pesquisador da Universidade Federal do Paraná. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Estratégia de Produção, atuando principalmente nos seguintes temas: bioenergia, agronegócio, uso da terra, inovação e desenvolvimento regional.

Published

2012-10-28

Issue

Section

Artigos (Ativos de 2011 até 2014)