Biossensor a Base do Mesocarpo do Babaçu (Orbignya phalerata) para serem Utilizados na Detecção de Neurotransmissor: Uma prospecção Tecnológica

Authors

  • Paulo Ronaldo Sousa Teixeira Instituto Federal do Piauí-IFPI
  • Ana Siqueira do Nascimento Marreiro Teixeira Instituto Federal do Piauí
  • Carla Eiras Universidade Federal do Piauí
  • Roosevelt Delano de Sousa Bezerra Instituto Federal do Piauí

DOI:

https://doi.org/10.7198/geintec.v3i3.131

Abstract

O pó do mesocarpo do coco babaçu (Orbignya phalerata) destaca-se como alimento e também devidos as suas propriedades como antiinflamatório, imunomodulador, analgésico e antipirético. Desta forma, uma nova aplicabilidade é proposta para a utilização deste recurso natural com vistas ao desenvolvimento de produtos tecnológicos, como por exemplo, como sensores para uso nas ciências biomédicas. Por ser um produto natural, propõe-se um estudo deste produto no desenvolvimento de um biossensor para detecção de neurotransmissores tais como a dopamina, noradrenalina e adrenalina. Desta forma, objetivou-se realizar um rastreamento das pesquisas já desenvolvidas e com resultados patenteados, analisando pesquisas com as palavras-chave: biossensores, Orbignya phalerata, neurotransmissor. A prospecção foi realizada no European Patent Office, no United States Patent and Trademark Office, no Banco de dados do Instituto Nacional de Propriedade Industrial do Brasil e nos artigos científicos extraídos da base Scopus. Quando pesquisadas as combinações Biosensor AND Neurotransmitte e Biossensor AND Orbignya phalerata, não foi encontrada nenhuma patente, o que caracteriza que o desenvolvimento do biossensor a base do mesocarpo do babaçu para este fim é um projeto bastante inovador. Somente os Estados Unidos e o Brasil apresentam publicações científicas a respeito do babaçu. Sendo que estas pesquisas são recentes, onde as primeiras publicações datam do ano de 2006.

Published

2013-09-08

Issue

Section

Artigos (Ativos de 2011 até 2014)