Mapeamento tecnológico do processo de obtenção do PHB através da análise de pedidos de patentes

Authors

  • Larissa Alves de Sousa Costa Universidade Federal da Bahia
  • Cleidiene Souza de Miranda Universidade Federal da Bahia
  • Márcio Inomata Campos Universidade Federal da Bahia
  • Denilson de Jesus Assis Universidade Federal da Bahia
  • Janice Izabel Druzian Universidade Federal da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.7198/geintec.v3i2.100

Abstract

Os polihidroxialcanoatos (PHAs) são os únicos polímeros de origem microbiana totalmente biodegradável. Eles são sintetizados por diversos microrganismos, possuindo, após extração, propriedades semelhantes ao polipropileno. O polihidroxibutirato (PHB) é o polímero mais comum da família dos PHAs e historicamente é o que tem sido mais estudado, ele é obtido a partir da bactéria Cupriavidus necator por fermentação da glicose em meio limitante de fonte de nitrogênio ou fósforo. Devido à importância econômica deste biopolímero, o objetivo deste trabalho foi analisar as potencialidades, características e evolução das competências tecnológicas, traduzidas através de documentos de patentes, no que diz respeito à obtenção do PHB no período de 1979 a 2010. Para tanto, foram analisados banco de dados do Espacenet, do Derwent Innovations Index, do United States Patent and Trademark Office e do Instituto Nacional de Propriedades Industrial. Foram realizadas buscas em relação à evolução anual das patentes depositadas, a origem da tecnologia, os detentores da tecnologia e principais inventores. Os códigos de Classificação Internacional de Patentes de maior incidência no Espacenet e no INPI são das classes C12 (bioquímica e mutações de engenharia genética) e C08L (composições de compostos orgânicos macromoleculares), respectivamente. Nas bases pesquisadas, as empresas depositaram mais documentos que as universidades e os centros de pesquisa, sendo os anos de 2006 e 2009 os de maior relevância. Dos países pesquisados, os Estados Unidos foi o que apresentou maior número de registros (34%). O Brasil ainda possui poucas patentes na área, sendo necessários mais incentivos que visem aumentar o cenário inovativo do país.

Author Biographies

Larissa Alves de Sousa Costa, Universidade Federal da Bahia

Departamento de Engenharia Química - Área de Materiais e Polímeros

Cleidiene Souza de Miranda, Universidade Federal da Bahia

Departamento de Engenharia Química - Área de Materiais e Polímeros

Márcio Inomata Campos, Universidade Federal da Bahia

Departamento de Engenharia Química - Área de Materiais e Polímeros

Denilson de Jesus Assis, Universidade Federal da Bahia

Departamento de Engenharia Química - Área de Materiais e Polímeros

Janice Izabel Druzian, Universidade Federal da Bahia

Departamento de Análises Bromatológicas

Published

2013-06-24

Issue

Section

Artigos (Ativos de 2011 até 2014)