Ativos intangíveis: evolução da produção científica brasileira de 2004 a 2013

Willian Pagnoncelli Trentin, Marta Elisete Ventura da Motta, Maria Emilia Camargo, Raquel Viviane Fiamenghi Prusch, Gabriela Zanandrea

Resumo


Este estudo tem por objetivo evidenciar a evolução da produção científica sobre os Ativos Intangíveis através de uma pesquisa bibliométrica nas bibliotecas eletrônicas Scielo e Spell. Para tanto foi realizada uma pesquisa exploratória e descritiva, cuja a amostra é formada por artigos científicos publicado no período entre 2004 a 2013. Os artigos foram selecionados através do uso da ferramenta de busca das bibliotecas eletrônicas, pesquisando na seção “titulo dos artigos” e o termo pesquisado foi “intangíveis”. Os principais resultados revelaram que dos nove periódicos que mais publicaram sobre o tema, cinco são voltadas para contabilidade e três para administração, sendo seu auge no ano de 2009, quando se observou quatro publicações sobre o tema. Até 2012 a maioria dos autores pertenciam ao gênero masculino, contudo, após esta data se verificou que a maioria das publicações foram realizadas por autores do gênero feminino. O estudo demonstrou que o tema está em ascensão desde 2006 influenciado pelas alterações da Lei 11.638/97. Quanto às instituições de ensino, juntas somaram 45 publicações, sendo que no período pesquisado as instituições públicas participam em média de duas publicações, enquanto que as privadas ficam na casa de 1.5 publicações. Quanto à cooperação entre os autores e as instituições, o estudo apontou redes de conexão fracas, pois apresentaram densidade de 2% e 5% respectivamente. As leis Lotka e de Bradford foram confirmadas, uma vez que a maioria das publicações pertencem a 10% dos autores e apenas nove dos periódicos analisados tiveram mais de uma publicação sobre o tema.


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DOI: https://doi.org/10.7198/geintec.v6i3.527

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